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10 principais mitos sobre SEO

   29 Junho, 2016 / por Caio Cunha

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10 PRINCIPAIS MITOS SOBRE SEO

Existem inúmeras informações sobre Marketing Digital e mais especificamente sobre como montar uma boa campanha de SEO. O problema disso é que muitas das dicas que encontramos são relacionadas a antigas versões dos buscadores ou apenas mitos que nada condizem com a realidade. Abaixo elencamos dez destes mitos de SEO que você, como empresário ou executivo, deve tomar consciência para melhor orientar quem executa o SEO para a sua empresa.


10 principais mitos sobre SEO

1. Muitos links são mais importantes que o conteúdo

Antigamente essa informação era verdadeira. Os algorítimos do Google davam preferência para o site que possuía mais links, independente da qualidade do link e do site que estava fornecendo isso. Não é à toa que existiam sites só para isso, colocar links. Entretanto, com o passar do tempo, os buscadores passaram a prezar pela qualidade do conteúdo em detrimento da quantidade de links.

Sendo assim, a partir de 2013, quando o Google lançou o Penguin 2.0, uma atualização do seu algorítimo, que teve como objetivo o combater o webspam; uma página que é citada e compartilhada por diversas pessoas em uma rede social é uma página que tem conteúdo de interesse para o público e esta passou a ser a página beneficiada.

Sendo assim, caso você tenha que decidir entre colocar dinheiro do seu orçamento em link building ou em desenvolvimento de conteúdo, contrate um bom profissional para elaborar um conteúdo que atraia público para o seu site, assim como chame a atenção de outras páginas relevantes, que podem replicar seu conteúdo espontaneamente, melhorando assim seu ranqueamento.

É importantíssimo entender que uma página com um bom conteúdo e que é citada em diferentes fontes, vale muito mais do que uma página que está se importando apenas com a quantidade de backlinks, em sites sem a menor relevância.

 

2. O Google não vai saber/perceber os sites ruins que estão fornecendo links para a empresa

Este tópico está diretamente relacionado ao anterior. Sim, o Google se defende para apresentar sempre os melhores resultados para os usuários que fazem buscas, por isso sabe quando uma empresa possui links sendo utilizados por sites não confiáveis e "tira pontos" dessas empresas. Os algorítimos dos buscadores desconfiam de sites que publicam muitos links e de sites com histórico relacionado à spam.

Inclusive, o próprio Google fornece uma ferramenta em  que a empresa pode informar que links citados em determinados sites devem ser rejeitados pelos robôs evitando que isso afete, de uma forma negativa o seu ranqueamento pelos buscadores. Para fazer isso, busque a opção de “Disavow Links” no Google Search Console (antes conhecido como Google Webmaster Tool) e acrescente o site comprometedor.

 

3. Negócios locais não se beneficiam mais do SEO.

Essa afirmação está bem longe de ser verdade. O SEO é uma excelente ferramenta de marketing digital para empresários que possuem negócios locais, e, com o passar dos anos, deve se tornar um método ainda mais eficiente para negócios locais aumentarem sua base de clientes.

A prova dessa afirmação são as atitudes do próprio Google.  Em 2014, a empresa lançou o Pigeon, uma atualização de seu algorítimo desenvolvido para auxiliar empresas que prestam serviços locais. O Pigeon não só aumentou as chances de negócios pequenos serem encontrados na página do buscador, como também tornou esses negócios visíveis no Google Maps.

A empresa também trabalha para customizar cada vez mais o resultado das buscas, ou seja, o Google  tem tentado tornar as respostas cada vez mais relevantes para os usuários que fazem buscas sendo que, levar em consideração a sua localização e o dispositivo utilizado são  fatores chave para trazer aquilo que o usuário deseja. Por exemplo, se o usuário procura por "pizza" em casa, de um computador, o Google entende que é um serviço de delivery o que ele precisa e, se o usuário procura por "pizza" do mobile, na rua, ele entende que é um local para comer e apresenta as pizzarias em torno do ponto em que se encontra.

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4. A experiência do usuário é um bônus e não uma necessidade

Completamente errado, este é um dos mitos de SEO que deve ser abolido o mais rápido possível. Todas as mudanças que os algorítimos estão recebendo nos últimos tempos têm relação direta com a experiência do usuário. O Google tem se sofisticado para entregar um bom serviço e verifica se o conteúdo é apropriado para o usuário,  se o tempo de resposta é conveniente, se a página carrega rápido ou não,  aprende com o tempo se o usuário "gosta" do site, garante também que  o conteúdo apresentado funcione da melhor forma possível no dispositivo em que está sendo acessado (item 10) e, se for o caso,  que esteja em uma localização adequada ao usuário. A experiência do usuário no seu site é fundamental  para que o Google o favoreça nas páginas de resultados de busca.

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5. A segurança do seu site não é importante para melhorar seus resultados de SEO

Em agosto de 2014, o Google passou a considerar relevante que as páginas possuíssem uma segurança maior. Este ponto ainda não é de importância extrema para o ranqueamento mas o fato de já ter sido citado mostra que se tornará um dos itens de interesse dos algorítmos.

Como saber se o seu site é ou não seguro ?

No campo em que o navegador mostra o endereço ou URL de cada página existe uma informação extra: “https” ou “http”. O site que possui a letra “s” em https, é um site criptografado que impede a interceptação de dados por hackers.

 

6. SEO é só para ranquear

O objetivo do SEO não é somente ranquear para aumentar o número de visitas orgânicas. Isso seria mera vaidade. O objetivo de um bom trabalho de SEO é ranquear, ok, mas para as palavras-chave corretas, para atrair as pessoas que de fato interessam para a sua empresa. Mesmo que isso signifique um crescimento do volume de visitas do orgânico mais moderado, você vai querer investir seu tempo e trabalhar vendas para o seu público alvo, para a sua persona. Graças  a uma escolha bem feita de keywords e às meta descrições bem especificadas, o conteúdo se torna mais atrativo na SERP, Página de Resultados de Busca, para receber o clique do cliente em potencial. E, ao mesmo tempo, esses mesmos recursos podem evitar o clique de uma pessoa que não faz parte das suas personas.

 

7. Imagens não precisam ser otimizadas

Os buscadores não conseguem reconhecer as imagens, são incapazes de saber o que há em cada uma delas. Para auxiliá-los é possível nomear o que está sendo exposto de uma forma que, quando um usuário realiza uma busca, os algorítimos consideram que a página não só possui informações escritas sobre o que está sendo buscado mas em imagens também.

 

8. Otimização de keywords é a chave para o SEO

O objetivo do Google é que a pessoa encontre o conteúdo e não que os algorítimos achem o conteúdo e por isso as keywords não precisam ser exatas, a chave é que o conteúdo seja o que a pessoa busca. As palavras e frases mais utilizadas pela página são consideradas as keywords dele e os buscadores também buscam por sinônimos. Não se usa mais a repetição indiscriminada de palavras-chave. Escreva para a sua persona, da forma mais natural e agradável para a sua leitura.

 

9. A homepage do site deve ter muito conteúdo

A homepage precisa possuir as informações mais importantes: nome, local de funcionamento, e o que faz. Não deve ser um texto enorme contando a história inteira desde a fundação da empresa, pois poucas pessoas vão ler isso naquele momento. Dê preferência para páginas de aparência mais Clean, com botões de direcionamento simples e fáceis de achar.


10. Otimização mobile não é necessária

Muito pelo contrário: estar bem preparado e oferecer uma boa experiência no Mobile é um item que vale cada vez mais. Os usuários utilizam celulares, tablets e PCs para acessar conteúdo, mas cada um destes dispositivos possui um formato diferente. Ler um texto enorme em uma tela de celular ou ter que ficar utilizando o zoom e a barra de rolagem para os lados para conseguir ler é horrível e causa uma péssima experiência para o usuário (item 04). Como dissemos, experiência do usuário é central, e portanto, se o seu site não está otimizado para mobile, ou seja, não aparece de forma amigável para celular, ele não será exibido na página de resultados do Google para os usuários de smartphones.


É possível perceber que a maioria dos itens citados acima tem relação uns com os outros. Para pensar o que o Google favorece ou deixa de favorecer em seus algorítimos, pense sempre em como o usuário ou como você mesmo receberia melhor o conteúdo que está vendo pois é desta forma que o Google planeja seus algorítimos: querem sites seguros, otimizados que sejam confortáveis para ler, sites com conteúdo interessante que sejam compartilhados por diversas fontes que tiveram interesse no que foi mostrado. Pensando desta forma, fica fácil perceber que campanhas de SEO não precisam ter “regras” mas boas condutas que facilitem o trabalho.


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Sobre o autor:
Caio Cunha | Co-Founder WSI Consultoria

Executivo Internacional com experiência em capacitação empresarial, estratégias de Marketing Digital e Inbound Marketing. Tem como desafio cotidiano a busca por soluções efetivas para empreendedores e gestores que pretendem crescer e expandir seus negócios.

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